
Sopra o vento, passa o tempo.

Rodopiando nós em síncrono movimento

desafiando o caos e a sua falta de lógica
no fractal imenso que se multiplica desordenadamente
em processo inesperado e surpreendente.

Porque o vento sopra, a vela roda sem olhar

sem tocar, só, no conjunto que faz rodar.

Passa o tempo que cortamos em fatias
umas guardamos outras esquecemos

outras ainda ignoramos, mas cortamos.

Por todas elas passamos o gume da nossa fragilidade.
Assumimos que somos lamina, esquecendo na ânsia de cortar
quão frágil podemos ser e, ao cortar, a lamina quebrar.
Só o texto NÓS E O TEMPO
Sopra o vento, passa o tempo.
Rodopiando nós em síncrono movimento
desafiando o caos e a sua falta de lógica
no fractal imenso que se multiplica desordenadamente
em processo inesperado e surpreendente.
Porque o vento sopra, a vela roda sem olhar
sem tocar, só, no conjunto que faz rodar.
Passa o tempo que cortamos em fatias
umas guardamos outras esquecemos
outras ainda ignoramos, mas cortamos.
Por todas elas passamos o gume da nossa fragilidade.
Assumimos que somos lamina, esquecendo na ânsia de cortar
quão frágil podemos ser e, ao cortar, a lamina quebrar.
MG

...apenas a calma do fluir homogéneo das águas, apenas, apenas peço. Se um perdido peixe o anzol colher, hesitarei em o tornar directo para seu universo aquatico... que ele também pode ter os seus amores, inimigos, solidão...a minha pode estar aqui reduzida a este improvisado banco, segurando quase por obrigação o instrumento armadilha...de resto apenas,apenas quererei repousar de um indefinido qualquer, que, alguém, em passagem fortuita quis captar...
Texto do morfeu