
Redes e covos de barro

Covos de barro

Redes e boias

Dupla pirâmide

Textura de covos
Bom fim de semana para toda a gente, que eu vou apanhar chuva para o Sul de Espanha:)))
Até 2ªfeira

O Douro também é meu:)
Durius Dulcis
Depois que me senti envelhecer,
Passo horas e horas no meu lar,
De janela em janela, a espreitar
O breve mundo que me viu nascer.
Tem montes que não deixam de crescer,
Videiras que ninguém pode contar,
Oliveiras que vivem a rezar
E um rio que não para de correr.
Este pedaço de viril beleza,
Este painel de rica natureza
Irá comigo para o Além.
Sempre lhe quis e sempre o defendi,
Fui eu até que um dia o descobri...
Não o posso deixar a mais ninguém.
João de Araújo Correia
e este o meu "douro"

Estrutura

Pedras do rio

Cristo atravessando a pé :)

Se uma imagem vale mil palavras, penso que esta será uma delas.
Bom fim de semana.
Como os protestos foram muitos, cá vai o mesmo tema reformulado...

Contra luz
Pronto, já sei não digam mais nada, não se vê "patavina". ok, depois não se queixem...

Vista direita

Vista esquerda

espelho
Espero ter acabado com as reclamações:)))
Pensem bem antes de reclamar de novo, tirei mais 50 fotografias...
:)))
É discutivel pode ser que não gostem...

digam o que pensam, pela minha parte fica cumprida uma promessa... :)
No
Passo a Passo
a M. tomou a iniciativa de comparar duas épocas distanciadas no tempo por um intervalo de 30 anos em várias temáticas, (muito a propósito nesta altura em que se comemora os 30 anos do 25 de Abril), comparando o já distante ano de 1974 com o actual 2004.
Lembrei-me eu de oferecer aos visitantes deste blogue também qualquer coisa do género, que assinalasse este hiato de tempo.
Fui aos meus arquivos, rebusquei e, escolhi esta fotografia do ano de 74, tirada em Cabo Verde, ilha de S. Vicente, cidade do Mindelo, retratando a cabeça deitada (davam-lhe vários nomes que, para o caso não interessa) na vizinha ilha de Santo Antão.
Espero que gostem, apesar das imperfeições já visíveis no papel da fotografia que foi scanarizada e não retocada propositadamente.

CABEÇA DEITADA
O que é belo tem de ser Preservado

Cuidar da NATUREZA é um dever de todos nós!!!
Ele terno e apaixonado...

...ela bela e sedutora :)
No Jardim dos Poetas, porque...

...sei que gostam da sua poesia!!!

MEMORIAL

SONHOS QUEBRADOS

VIDAS INTERROMPIDAS

AMORES PERDIDOS

DESCANSEM EM PAZ

PORQUE APESAR DE TUDO A VIDA CONTINUA
..., hoje coloco aqui as primeiras fotografias a preto e branco.
Com o aproximar dos 30 anos do 25 de Abril, toda a gente anda preocupada com as respectivas comemorações, envolvendo-se em polémicas e, esquecendo-se do que toda uma geração sacrificou em prol da Nação.
Jovens, camponeses operários e estudantes, foram sacrificados numa guerra sem sentido, aliás como todas as guerras, muitos foram combater só porque a Pátria os chamou, sem convicções politicas e ideológicas ofereceram a sua vida por uma bandeira, a bandeira de Portugal.
Outros já com ideais políticos e alguma militância não tiveram outra alternativa se não pegar numa arma e percorrer as picadas do mato africano, na maior parte dos casos premiados com a especialidade de atiradores, (lembro-me dum musical dos anos 70 contando a história de um jovem… Hair, recordam-se?).
A propósito de militância lembro-me particularmente do ano de 68, das RGAs e das manifestações, reprimidas pelo regime através da polícia de choque, pide e, não esquecer também dos chamados informadores da execrável legião portuguesa, para mim, estes piores que os anteriores, porque se escondiam e infiltravam em todo o tecido da sociedade ao abrigo do anonimato e, muitas vezes fazendo da falsa amizade o seu cavalo de Tróia
Podem dizer que muitos fugiram para o estrangeiro para não irem para uma guerra que não era sua, é verdade, mas na maior parte dos casos eram os filhos, cujos pais tinham algumas posses, ou porventura com amigos ou conhecidos lá por fora. E como é bom de ver, era de todo impossível uma geração dar o “salto” embora como disse alguns o tivessem feito.
É por estes que deram a vida, ou de outra forma, é por estes a quem roubaram a vida, que hoje presto a minha homenagem, o meu sentir e o meu luto. Têm o nome numa parede, levantaram-lhes um Memorial, mas nas horas importantes ninguém se lembra deles, é bom que não sejam esquecidos como o têm sido ao longo destes 30 anos de Liberdade, eu recordo Alguns.
Amigos e companheiros, é por vós que verto esta lágrima.
Hoje proponho um olhar diferente sobre a Torre da minha terra, espero que lhes agrade!

Sobre montes

...e Penhascos

...construiram-se muralhas

...de um castelo

...Onde as arvores nascem da pedra

...e também o casario.

Lá no cume com a entrada iluminada...

e janela escancarada...

...existe casa, pronta a receber, quem por bem vier

...mas se outro for o propósito, esqueça, não venha, porque por aqui não passa!!!

Adivinharam?
Sim, é isso; MARVÃO, no ALTO ALENTEJO
A aldeia tomou-lhe o nome...

e em seu redor cresceu...

com cores vivas e alegres

em casamento perfeito com natureza em redor.
trabalhada pela mão humana...

ou crescendo espontâneamente.

Fica a beleza do lugar..

e a vontade de outro dia por lá passar.

Até qualquer dia Igrejinha

Até sempre Alentejo.
Depois de fazer muita asneira parece que agora é que é...

...E para alumiar duas vezes o caminho aqui fica a candeia
Para começo...
Tá uma granda confusão...
na percebo nada disto!!!!